segunda-feira, 10 de maio de 2010
...sem sombra de morte.
Um dia seco, meio a uma miragem na caatinga, aquela água limpida mas com o gosto salgado dos restos do gado desnutrido. Não que os olhos brilhem quando pensa enxergar tão coisa, mas eles iluminam um caminho escuro. O tal burraco da constelação. E Piscam-se os olhos, perde-se as miragens, criam-se imagens. Um belo céu, num dia de sol e água doce brotando das pedras e a natureza quão bela ao seu redor. Seres humanos de mãos dadas, andando sem disparada por entre as avenidas de um lugar qualquer. É quando a vida não é, de certo, vivida. Abre-se os olhos, faz frio, o ar não é úmido e o vento não te abraça, apenas te empurra pra algum outro cosmo.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Meio sináptico.
Sempre era cedo, que o sol brilhava tão claramente e se foco de luz, nos esquentava naquelas manhãs. Não importava o dia, tudo ocorria aparentemente igual, mas com uma nova historia, uma velha piada e os olhares mais amantes. O mundo era ali, não importava se falassemos sobra o outro lado, aquele chão era a nossa terra. E riamos cada hora. As palavras constantes, os olhares intensos e as criticas as melhores zombarias...os melhores encontros. O viver!
Por que em cada dia alguém deve-se lembrar de uma coisa ou outra. De detalhes ou mesmo mirabulantes feitos, por que nunca morre. É disso que sinto saudade.
"A maior parte da nossa vida é uma série de imagens.
Elas passam pela gente como cidades numa estrada.
Mas algumas vezes um momento se congela e algo acontece.
E nós sabemos que esse instante é mais do que uma imagem. Sabemos que esse momento e toda parte dele, irá viver para sempre."
Por que em cada dia alguém deve-se lembrar de uma coisa ou outra. De detalhes ou mesmo mirabulantes feitos, por que nunca morre. É disso que sinto saudade.
"A maior parte da nossa vida é uma série de imagens.
Elas passam pela gente como cidades numa estrada.
Mas algumas vezes um momento se congela e algo acontece.
E nós sabemos que esse instante é mais do que uma imagem. Sabemos que esse momento e toda parte dele, irá viver para sempre."
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Duo.
Num país capitalista onde as pessoas são divididas em classes, e as escolhas são impostas a cada virar de esquina percebe-se o desvario humano. A situação da dúvida ocorre desde quando você acorda e não sabe se chove ou faz sol até o adormecer. Somos dúbios por consequência de um querer imenso. Antes de tornamos consumistas, queriamos o brilho do sol quando chovia, ou o frescor da chuva quando o sol ardia. Tornamos a nação da discórdia em dias normais, somos reino da solidariedade na turbulência. Uma questão de dualiadade. Pensamentos e ações distorcidas e um simples mistério por onde ir? O que dizer? As vezes só aparece as mais complicadas situações, as fáceis se esvaem por parecerem tão sem nexo. E é o que se deve fazer... anexar o que te faz bem para viver nesse pouco tempo.
"Os caminhos mais complicados são os certo a ser feito."
O sol de cada dia
domingo, 11 de abril de 2010
Onde eles estão agora?

"Além da noite a me proteger.
Escura como o inferno de pólo a pólo.
Dou graças a quanto os deuses possam ser
Para a minha inconquistável alma.
Nas garras cruéis da circunstância
Não recuei, nem de mim cresceu um grito.
Sob os golpes da sorte que o alcançam
O meu crânio sangra insubmisso
Para além deste lugar de choro e ira
Avulta tão somente o horror das trevas
E a ameaça dos anos, apesar disto
Me encontra, e encontrará mais destemido
Não importa quão estreiro o portão
Quão carregada a sentença de castigos
Sou eu o senhor do meu destino
Sou eu o capitao da minha alma."
Willian Henley.
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