sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Por causa daqui

Quatro paredes de um quarto verde. Estou a sós. Lá fora muita gente, delas nada me importa.
Fico com pensamentos inquietantes e uma canção. "Quem sabe um dia a gente vai se encontrar" Outra hora é um silêncio terrivel e as lágrimas caem. Minha mente não cansa de pensar em todos os momentos que estivemos juntos. E agora sinto tanto. Me sinto só. Fico com as gotas d'água salgada pelo rosto. E com as lembranças dos veraneios.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

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Dois anos.
A criança engatinha, e outras vezes já anda.
Por vezes algumas esquecem, por outras sempre lembrar de comemorar.
Mas antes que acabe o dia, lembra-se.
É hoje!
O grande dia, mais um ano de vidas unidas.
Um milagre.
E logo hoje, essa saudade que me deixa sem paciência para conversas banais dos "r" e "s".
Quero festejar. Quero falar idioticesses e rir das tamanhas criticas construtivas.
Quero tê-los por perto, pois sei bem mais agora, tudo com vocês dá certo.

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Misturado
amo-vos imensamente.





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É vatapá, é caruru Oh MISTUREBA quero comer seu bolo.
A chuva cai, a rua inunda Oh MISTUREBA quero comer seu bolo!!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

alguns milimetros.

Olhei pela janela do ônibus, hoje ela estava lá. Tão linda que me levava a delirar. Fazia um pequeno movimento e brilhava sem parar. Ao seu redor todas as nuvens se afastavam, mas bem queriam aproximar-se. Talvez por ser 'a' nuvem prefiria não aproximar-se tanto, com medo de se apaixonar. Vai que lá no alto alguém não goste desse entrozamento de nuvem com a lua. Pois bem, ela linda, linda e linda...perdi-me nas eloquências do incerto. Fitei-me na janela, um vento brando e uma maresia salgada se misturavam, foi quando algo trouxe-me aquela barulheira da realidade, um certo alguém, não sei quem, agarrava-se com uma certa alguém,também não sei quem, lembrei-me de ti. Da falta que faz as noites sem os centimetros teu.

domingo, 30 de agosto de 2009

É quando me dou conta, do quanto é necessário aquela presença. Meio calada, pouco fria, mas ela. Mas sempre ali, deitado ao meu lado. Algumas vezes riamos das coisas transmitidas pela telinha. Outras discutiamos quem iria escolher o que assistir, outras só virava e dormia... do meu lado, ou do lado dela, unidas pela coberta. Era tão engraçado o acordar, já não nos viamos, mas sempre sabia que alguém olhou pra ti antes de encarar o dia. E aquilo lhe dava coragem, mesmo sem perceber. Ao cruzar das horas, alguns olhares penetrantes e outros caridosos. Pequenas palavras singelas e monte de palavras rotineiras. Faziam seguir o dia, até debater em quem conseguiu superar a noite. Mas era formidável cada gesto, e cada encontro de alguns minutos, até deleitarmos na imensidão da noite naquela cama.