quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Quando o coração resolve fazer um arranhãozinho...
Parece quando um fio, um arame, ou uma faca passa de raspão.
E é pior. A dor, a dúvida e essa falta de coragem - não sei nem se a palavra é coragem- para resposta.
E parece tão simples... Um não ou um sim. Diminuiria o vermelho desse arranhão, faria até uma cascata e formar-se-á um cascão. Algo assim.
Enquanto isso, o coração afeta a mente e a cabeça fica inquieta.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Das mudanças de ciclos.

Somos seres de ciclos, que se abrem e fecham para que outros possam abrir e novamente tornar ao ciclo. É uma continuação em constante crescimento. Passamos por fases distintas e tão entrelaçadas.
Agora chegamos, quase todos, nessa fase em que se desprende um pouco mais do cordão umbilical e se dá de cara com o mundo de grandes empreitadas, negociações e responsabilidades pessoais. Talvez, a continuação das nossas escolhas...ou do nosso destino, desalinhado e sem tantas tortas linhas. 
Lá atrás, envoltos de brincadeiras e de uma certa adolescência a abandonar fechamos um ciclo e abrimos outro, risos e alegrias... tempos, distancia, encontros, despedidas, desmedidas, desafetos, amor, apego.
Há pouco tempo, alguém fechava esse ciclo tão esperado, e se abria para que todos a seguissem a fechar esse ciclo. Hoje metade de nós fechamos por de certo, e logo nesse ano que virá todos fechamos, a concluir mais algo nessa vida. 
E por sermos uma família de idade, de causa, de gosto, de querer... por causa do destino, ou dos nossos pais e mães que nos geraram e fizeram de nós seres que se enquadram no normal da anormalidade das coisas comuns a vida, vamos a nos unirmos de datas tão próximas, a concluir ciclos. 
...E deixo pois sem um fim, pelos que ainda virão do ano novo.
Para que quando conquistarem, aqui também, um novo final...já esperado. 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Dos escritos em meses.16.

Uma vontade agora de colocar você no meu colo e te fazer carinho até você dormir.

Dos momentos de sentir e se entregar por um todo. Vem para o meu lado, na minha direção. Me abraça, acalma, ameniza essa dor. 

Foges para mim.
Meu maior e melhor amor Thaís Bitencourt.

Corre para cá. Vem se envolver em mim. Deixar teu corpo acalentar o meu. E fazer tua respiração coordenar a minha. Traz teu calor, teu sabor, teu cheiro. Me dá tua mão?


Minha mão já está presa a sua, caminhando juntos vamos atravessar os anos da nossa vida e olhar um para o outro e dizer:  metade minha, eu não viveria sem você.


E rimos gentilmente cheios de amor. Ali lado a lado, e noutro momento tantas outras posições. E nosso querer, faze-mo-nos.

E ao não te ver pergunto daqui: vens para mim? 
Cola teu corpo sob a minha cabeça e faz carinho. Canta baixinho aquela nossa canção, que sem saber vamos ter.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Eu sou intensa.
Ou, as vezes. Ou, algumas coisas e algumas pessoas me enchem os olhos, me arrancam a porta do coração. Uma invasão nessa minha doação por inteira. Eu me dou como criança quando esta segura.
E eu gosto que as coisas e pessoas que me invadem o peito venham completa. Partilhem, compartilhem, repartam tudo comigo. Gosto  da intensidade das curvas e dos traços longos com ponto e cada vírgula no seu lugar, mas bem cheio de reticências a serem resol-vividas.