Ainda falta aquelas palavras desconexadas.
As fitas de carnaval, as flores de março, os cartões de maio, as fogueiras de junho, os jogos de agosto. Fico com o frio de julho, sem dias marcantes. Mas começa a ter menos vento e mais
mar-e-cia.
sábado, 29 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
atual união.
Já não cabia em mim tanto 'desassosego'. Pois, então, joguei-me por inteira naquele horizonte sem fim, esperando que nesta noite deixasse partir um pedaço de mim. Fiquei a esperar, mas nada acontecia. Não chorei, apenas escutei a sinfonia do mar. Era harmoniosa e outrora tão assustadora. Sentei na areia fria, e parei a observar. Incrivelmente, esse outro canto de lá. Pra onde irei em pouco tempo. As águas pareciam cobertas de piscas-piscas ou eram vaga-lumes. Tão lindo a união do moderno e antigo. Uma paz bagunçada. E a minha aflição, ia embora com os grãos de areia ao bater do vento.
domingo, 9 de agosto de 2009
Lá sei.
Sextas, sábados, domingos, terças e quintas, um dia e meio já deveria ser fato para uma suposta renovação. E é. Na casa da minha tia, na virada da esquina, no colégio central e na cidade natal, mas não no mundo virtual. Não sei extamente como anda as mentes daí,mas creio que em cada anoitecer tenha uma pergunta e várias interpretações de um mesmo sol.
Tão nostalgico quanto a falta de nostalgia. Essa espera por um dia melhor, mas não esses que antecedem, esses são tristes, vagos. Já no meio do caminho, tão completos.
Percebo, imagino que haja vários livros e alguns filmes dentro de cada cabeça dessa. Desde as 18 horas de qualquer dia, até aquele momento que terão que pegar um ônibus para outro lugar qualquer. É assim que permeia as atualizações do hoje. Ficam trancafiados entre neurônios e o medo do novo. Mas por que não expô-las? Sei lá.
Tão nostalgico quanto a falta de nostalgia. Essa espera por um dia melhor, mas não esses que antecedem, esses são tristes, vagos. Já no meio do caminho, tão completos.
Percebo, imagino que haja vários livros e alguns filmes dentro de cada cabeça dessa. Desde as 18 horas de qualquer dia, até aquele momento que terão que pegar um ônibus para outro lugar qualquer. É assim que permeia as atualizações do hoje. Ficam trancafiados entre neurônios e o medo do novo. Mas por que não expô-las? Sei lá.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Por que exito em não pensar, o que já tanto mastiga meus neurônios. Leio-as.
"Vou embora porque é de idas que é feito o amor frouxo
e é com, a voz flácida que é feito o adeus que eu nunca quero dizer,
mas sempre digo...E é só para que não fiques sem reposta, deixo-te o adeus pregado ali:
do lado de fora da tua porta."
"Vou embora porque é de idas que é feito o amor frouxo
e é com, a voz flácida que é feito o adeus que eu nunca quero dizer,
mas sempre digo...E é só para que não fiques sem reposta, deixo-te o adeus pregado ali:
do lado de fora da tua porta."
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